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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Cavalier King Charles


  1. Expectativa de vida: de 9 a 14 anos
    Origem: Reino Unido
    Classificação superior: Canis lupus familiaris
    Personalidade: Brincalhão, Adaptável, Destemido, Paciente, Afetuoso, Sociável

PERFIL CAVALIER


COM A 
FAMÍLIA
O Cavalier é o cão típico para a família toda. Donos mais calmos encontram nele ótimo parceiro para longas jornadas em frente a TV. Os mais ativos têm companhia à altura para boas  caminhadas e agitos em geral. Interativo, versátil e afetuoso, esse cão adapta facilmente à rotina. Sua maior alegria, bem marcada pela cauda balançante, é estar perto da família, sem necessariamente demonstrar predileção por um dos membros da casa.

COM DONOS MIRINS
Ele é carinhoso, brincalhão, paciente. Junte-se a isso o físico resistente. Eis um bom companheiro canino para crianças. O Cavalier gosta de farra e tende a ser tolerante com os modos muitas vezes estabanados da garotada. Caso, contudo, a brincadeira extrapole de vez, esse cão costuma se afastar pacificamente do local. Reagir de maneira hostil, seja com rosnados, seja com mordidas, não é comportamento típico da raça.

COM PESSOAS FORA DE CASA
Não espere reserva desse cão. O Cavalier típico é pra lá de sociável. Anfitrião caloroso, costuma receber amigos da família com abanos de cauda, pulinhos e beijos. Também os convida para brincar e, se tiver oportunidade, chega a sentar no colo das  visitas.

COM CÃES  E ANIMAIS
Sociável, o Cavalier costuma conviver bem com outros cães, ainda que do mesmo sexo. Também tende a se relacionar pacificamente com a maioria dos animais. Ressalva feita a aves e insetos. Como cão de tipo Spaniel, ele carrega no sangue certo ímpeto em caçar bichos que voam. O que não significa, porém, que não possa aprender o respeita-los. O Cavalier é bastante moldável. Se acostuma a conviver com pássaros, o mais provável é que se torne amigo deles.

O QUANTO LATE
Ele está mais para silencioso. Tende a latir enquanto brinca, para chamar a atenção do dono e quando chegam visitas. Mas não costuma dar mais do que dois ou três latidos. Parte das vezes, nem sequer se manifesta diante de barulhos que fujam da rotina. Daí não ser considerado bom cão de alarme.

DESTRUTIVIDADE
Quando filhote, a exemplo da maioria dos cães, o Cavlier dá suas aprontadas. Com alguma dedicação dos donos, no entanto, ele será um adulto bem-comportado. Por dedicação leiam-se presença física. Alternativas de entretenimento e orientação quanto ao que é certo e errado.

OBEDIENCIA
Seu lema parece ser agradar. O Cavalier não é do tipo que se finge de surdo nem que testa a liderança dos donos. Ele é bastante predisposto a seguir as regras domesticas e a aceitar comandos de adestramento. Não a toa. Vários desses cães obtém bons resultados em provas de obediência.

INTELIGENCIA
Esperto e observador, ele demonstra boa capacidade para fazer associações de causa e efeito. Sabe que o dono está de saída só por vê-lo se arrumar e percebe quando irá junto conforme a roupa escolhida. Também é capaz  de resolver problemas por conta própria. É daqueles que puxam a coberta do varal para dormir no quentinho e que descobrem como abrir certas portas.

CORES
Existem quatro combinações de cores aceitas pelo padrão: vermelho unicolor, negro-fogo (black-tan), branco com manchas castanhas (bicolor) e branco, castanho e preto (tricolor).


Dachshund (Teckel)


Origem e história da raça
 
Evidências sobre o Dachshund como uma raça só foram encontradas no século 16, quando foram feitas referências a um cachorro “baixo de pernas tortas”, chamado de cão escavador, Dacksel ou cão texugo. O nome moderno, Dachshund, quer dizer simples cão texugo (dachs hund) em alemão. Esses caçadores determinados perseguem sua presa, entram na toca, tiram a presa e a matam. O Dachshund existe em três variedades de pelo e em dois tamanhos. Os Dachshunds originais tinham o pelo liso e surgiram do cruzamento do bracke, um pointer miniatura francês, com o Pinscher, um matador de vermes do tipo terrier. Algumas xilogravuras do século 16 mostram cães de pelo mais longo do tipo Dachshund. Também é possível que os Dachshund lisos tenham sido cruzados depois com Spaniels e com o Stoberhund alemão (cão de caça) para produzir uma variedade com pelos mais longos. Dachshunds de pelo duro são mencionados em 1797, mas esses cães não foram propriamente selecionados. Os mais modernos foram criados no final do século 19 com os cruzamentos entre o Dachshund de pelo liso e o Pincher Alemão de pelo curto e com o Dandie Dinmont Terrier. Cada uma dessas variedades era mais adequada para caçar em condições de clima e de terreno diferentes, mas todos eram cães fortes, resistentes, capazes de perseguir texugos, raposas e outros mamíferos menores. Até 1900, muito poucos Dachshunds eram usados para caçar animais muito pequenos, como coelhos. 


Temperamento do Dachshund
 
O Dachshund é corajoso, curioso e está sempre em busca de aventuras. Ele gosta de caçar e de cavar, de seguir uma pista com o faro e de enterrar depois de caçar. Ele é independente, mas quer participar das atividades da família sempre que pode. Ele se dá muito bem com as crianças de sua família. Alguns latem. A variedade de pelo longo pode ser mais quieta e menos parecida com o terrier. Os de pelo curto são mais ativos. Os do tipo miniatura tendem a ser mais tímidos.

Como cuidar de um Dachshund 
Apesar do Dachshund ser ativo, sua necessidade de exercícios se satisfaz com passeios moderados na coleira e caçadas no jardim. O Dachshund se adapta à vida nas cidades e em apartamentos, mas ele ainda é um caçador e adora se aventurar na floresta. O pelo liso requer higiene básica. O pelo longo precisa ser escovado uma ou duas vezes por semana e tosas ocasionais dos fios soltos. O pelo curto precisa ser escovado uma vez por semana, além de tosas ocasionais dos pelos soltos e retirada de pelos mortos duas vezes por ano.
 
Saúde do Dachshund
 Principais Preocupações: doença do disco intervertebral
Preocupações Menores:olho seco
Vistos Ocasionalmente: diabete, epilepsia, luxação da patela, surdez
torção gástrica
Exames sugeridos: olhos
Expectativa de vida: 12-14 anos
Observações: A obesidade é um grande problema para o Dachshund. Muitos Dachshunds
tendem ao sobrepeso, o que pode causar
doença do disco intervertebral.

 Tipos de Dachshund 
dachshund pelo longo











 dachshund arlequim













dachshund arlequim olhos azuis









quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Boxer




Origem e história da raça
O Boxer vem de duas raças da Europa central que não existem mais: o grande Danzinger Bullenbeisser e o pequeno Brabenter Bullenbeisser. Bullenbeisser quer dizer “mordedor de touros”, e esses cães eram usados para prender grandes animais (javalis selvagens, veados e pequenos ursos) até que o caçador chegasse para matá-los. Isso exigia um cachorro grande, com mandíbulas poderosas e narinas recuadas para que o cachorro pudesse respirar enquanto mantinha as mandíbulas presas em um animal. Qualidades parecidas eram necessárias para os cães das lutas com touros, um esporte popular em muitos países europeus. Na Inglaterra, o Bulldog era raça preferida para esse esporte, enquanto na Alemanha eram usados os cães do tipo mastiff grandes. Por volta de 1830, caçadores alemães começaram a criar uma nova raça, cruzando seus bullenbaisers com cães do tipo mastiff em função do tamanho, com terriers pela resistência e, depois, com bulldogs. O resultado foi um cão ágil com um corpo resistente e muita força. Quando as lutas com touros ficaram ilegais, eles passaram a ser usados como cães carniceiros na Alemanha, controlando o gado dos abatedouros. Em 1895, uma raça inteiramente nova tinha surgido. Apesar da origem do nome ser obscura, é possível que venha do alemão “boxl”, como eram chamados nos abatedouros. O Boxer foi uma das primeiras raças usadas como cães policiais e militares na Alemanha. Em 1900, a raça tinha se tornado de uso geral, animal de estimação e até mesmo cão de exposição. O AKC reconheceu a raça logo depois, mas só nos anos 40 ela chegou ao auge da popularidade, chegando a se tornar a mais popular da América.
Temperamento do Boxer
O Boxer é brincalhão, exuberante, curioso, expressivo, devotado e extrovertido. Ele é um companheiro perfeito para uma família ativa. Ele pode ser teimoso, mas responde bem aos comandos. Geralmente se dá bem com outros cães e animais da casa.
 
Como cuidar de um Boxer
O Boxer precisa de atividade mental e física todos os dias. Ele gosta de correr, mas também se satisfaz com longos passeios com coleira. Ele não se sente bem em climas quentes e não é um cachorro para viver fora da casa. Ele vive melhor se puder dividir seu tempo entre a casa e o quintal. Alguns roncam. O pelo é fácil de manter, e basta escová-lo de vez em quando para remover pelos mortos.

 
Saúde do Boxer
Principais Preocupações: cardiomiopatia, SAS,displasia de quadril
Preocupações Menores: torção gástrica, tumores, degeneração do disco invertebral, erosão da córnea, colite
Vistos Ocasionalmente: nada
Exames Sugeridos: coração, quadris
Expectativa de vida: 8-10 anos

Chihahua


O Chihuahua é a menor raça de cachorro do mundo e encanta pelo seu tamanho e pelo seu olhar meigo e carinhoso. É preciso tomar cuidado com eles pela casa, pois são muito pequenos, principalmente quando filhotes.
 
Família: companhia, Sul (pariah)
Grupo do AKC: Toys
Área de origem: México
Função Original: cerimonial
Tamanho médio do macho: Alt: 15-22 cm, Peso: <3 kg
Tamanho médio da fêmea: Alt: 15-22 cm, Peso: <3 kg

Origem e história da raça

 A menor raça do mundo, o Chihuahua tem uma história polêmica. Segundo uma teoria, a raça surgiu na China e foi levada para o Novo Mundo por comerciantes espanhóis, onde foi cruzada com raças nativas muito pequenas. Outra teoria afirma que a raça surgiu mesmo na América do Sul, descendente dos nativos Techichi, um cão pequeno e mudo que era às vezes sacrificado em rituais religiosos Toltecas. Dizia-se que havia um cão pequeno e vermelho que guiava as almas até o submundo, e toda família Asteca tinha um cachorro assim, que era sacrificado e cremado juntamente com cada membro falecido na família. Pra piorar ainda mais a situação do Techichi, os Toltecas e seus conquistadores, os Astecas, costumavam comer cachorros e o Techichi pode ter feito parte do cardápio algumas vezes. Apesar de ter vida curta, os Techichis eram bem cuidados pelos sacerdotes ou por suas famílias. Na verdade, a origem mais provável do Chihuahua é uma combinação dessas três teorias: O Techichi nativo foi cruzado provavelmente com os cães chineses minúsculos e sem pelos, mas a data em que isso aconteceu é incerta. Os cães chineses podem ter sido trazidos por uma passagem no Estreito de Bering ou, mais tarde, pelos comerciantes espanhóis. Quando Cortes conquistou os Astecas no século 16, os cachorrinhos foram abandonados e deixados pra se virar sozinhos. Cerca de 300 anos depois, em 1850, três cães minúsculos foram encontrados em Chihuahua, no México. Alguns poucos foram levados aos Estados Unidos, mas ganharam pouca atenção. Apenas quando Xavier Cugat (“o rei rumba”) apareceu em público tendo um Chihuahua como companheiro, a raça conquistou o coração do público. A raça teve um crescimento meteórico e continuou como uma das raças mais populares da América.
 
 

Temperamento do Chihuahua
 
O atrevido Chihuahua conquistou seu lugar como cachorro toy preferido por sua intensa devoção a uma única pessoa. Ele é reservado com estranhos, mas geralmente se dá bem com outros cães e animais da casa. Alguns tentam ser protetores, mas não são muito eficientes nisso. Alguns podem ser corajosos, e outros mais tímidos. Normalmente é temperamental. Alguns latem.
 
 

Como cuidar de um Chihuahua
 
O Chihuahua é um cão animado, mas que pode se exercitar correndo dentro de casa. Gosta de explorar o jardim ou fazer passeios curtos com coleira e adora acompanhar a família em atividades ao ar livre. O Chihuahua não é um cachorro para viver do lado de fora. Ele odeia o frio e busca calor. Os cuidados com o pelo são mínimos. Para cuidar do pelo, basta escová-lo duas ou três vezes por semana.
 
 

Saúde do Chihuahua
 Principais Preocupações: nenhuma
Preocupações Menores: estenose pulmonar, hidrocefalia, luxação da patela,olho seco
hipoglicemia
Vistos Ocasionalmente: nada
Exames Sugeridos: coração, joelhos
Expectativa de vida: 14-18 anos
Observações: É comum nessa raça haver um ponto frágil no crânio (moleira) devido ao fechamento incompleto.

Cães semelhantes ao Chihuahua 
Griffon Belga
Cão de Crista Chinês
Toy Spaniel Inglês

HusKy Siberiano



Husky Siberiano – História da Raça

Ao longo do ano, os cães de mantiveram como puxadores de trenó, mas em 1925 alcançaram seu maior sucesso. Equipes de Huskies correram 540 km com soro salva-vidas para a difteria que atingia Nome e foram responsáveis por salvar a cidade. Existe uma estátua em homenagem a esses cães no Central Park. Os primeiros Huskies siberianos chegaram ao Canadá e depois aos Estados Unidos por volta dessa época. O AKC reconheceu a raça em 1930.
Durante a Segunda Guerra Mundial, muitos siberianos trabalharam em equipes de busca e salvamento do Exército Americano, conquistando mais tarde a admiração do público. A popularidade da raça continuou a crescer até se tornar tão amado como cão de estimação quanto era como cão de exposição ou de trenó. Ele continua a ser uma das mais populares raças do Ártico.

O povo Chukchi do nordeste da Ásia desenvolveu a raça hoje conhecida como Husky Siberiano. Sua origem é desconhecida, mas ele é obviamente do grupo spitz, que evoluiu por centenas de anos como um cão de trenó para esses povos nômades. Durante a corrida do ouro no Alaska, os cães se tornaram parte vital da vida nas regiões do Ártico, e as corridas de cães eram o entretenimento preferido. As corridas de apostas no Alaska, que cobriam mais de 600 km entre Nome e Candle, eram muito populares, e em 1909 os Chukchi trouxeram da Sibéria a primeira equipe de Huskies. Menores e mais dóceis do que a maioria dos competidores, eles despertaram pouca admiração, com exceção de um criador, que de tão impressionado, importou 70 cães para treiná-los para a corrida de 1910. Suas três equipes chegaram em primeiro, segundo e quarto lugar, e assim marcaram um momento de incomparável domínio dos Huskies nessa corrida.
Cores:

anco e preta, branco e cinza, branco e caramelo (ou vermelho cobre)

Expectativa de vida:
De 12 a 15 anos
Atividade física:

  •               Caminhadas diárias e corridas são necessárias
  • Cuidados especiais: 
  •            Saltam obstáculos com facilidade, por isso é necessário mantê-lo em local seguro
  • Personalidade do: 
  • Teimoso, precisa de um dono firme.
  • Comportamento
  • Normalmente é dócil e aficionado com as pessoas, os siberianos possuem um forte instinto de caçador e certamente irão ou podem matar gatos, coelhos, galinhas, pássaros e outros pequenos animais, devido ao seu instinto predatório.Devem ser mantidos em cercados seguros pois frequentemente desaparecem em longas viagens para caçar.Não se deve permitir a eles passearem sozinhos ou sem coleira.Eles são treináveis até um certo grau, mas paciência é necessária, pois são extremamente curiosos e esta cuirosidade lhes rouba a atenção que deveriam prestar ao dono. São naturalmente independentes e não vão obedecer cegamente a todos os comandos a não ser que adestrados desde filhotes.Esse é um cão ativo, uma raça criada para correr quilômetros sem se cansar. Ele precisa de amplos exercícios todos os dias, seja em longas corridas ou longos passeios.São muito carinhosos e atenciosos, entretanto precisam gastar suas energias para que não se tornem problemas para seu dono.Eles precisam primeiramente de espaço e atenção. O Husky Siberiano é muito brincalhão e extremamente apegado ao dono, podendo ficar doente e deixar de se alimentar se for separado de seu dono, com risco de morte por depressão.O Husky Siberiano é um amigo fiel para toda a vida, se você não pode prometer amor até que a morte os separe, então pense antes de ter um Husky Siberiano.Por ser muito ativo ele não é recomendado para as crianças com menos de cinco anos de idade.Crianças com menos de quatro anos podem não ter domínio sobre o cão, pois ele também é dotado de uma grande força.

  • Nesse videio apresenta apenas um 
  •  HUSKY SIBERIANO IMITA A BEBE
  • muito engraçados...


  • quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

    Bulldog

    Eu Maria Clara não tenho muito pra dizer sobre o Bulldog, mais sobre oque eu poder dizer...

    Esta foi a primeira raça classificada como Bulldog, no início do século 17. Utilizado inicalmente no combate contra touros, a raça evoluiu para a versão de cara mais curta e atarracada que conhecemos nos dias de hoje. Uma das mais antigas raças de criação britânica, O Bulldog é conhecido até hoje como Cão Nacional da Grã Bretanha.
    É um cachorro de estatura bastante baixa, compacto, atarracado, largo e forte. A face é relativamente curta, com focinho largo e grosso, levemente inclinado para cima.
    O Bulldog é um cão inteligente e muito doce com a sua família. Gosta de companhia, é afetuoso e brincalhão. Dá a impressão de força, determinação e atividade. É considerado um cachorro alerta, leal, valente, corajoso, de aparência feroz, mas dotado de índole afetuosa.

    É BOM ALERTAR que o Bulldog não é um cão agressivo, a menos que seja agredido abertamente. Forte e resistente, o Bulldog é excelente companheiro, calmo e de fácil trato. A pelagem da raça Bulldog é macia, curta, fina, densa e fechada, mas não aramada. A cor da pelagem pode ser unicolor ou "smut", com fuligem, isto é, unicolor com máscara ou focinho pretos; somente unicolor; tigrado (nas diversas tonalidades de vermelho, fulvo, marrom, etc); ou branco e malhado (combinação de branco com qualquer uma das cores acima mencionadas).

    De porte médio, O peso dos cães machos da raça Bulldog varia entre 24 e 25 Kg, enquanto as fêmeas pesam, em média 23 Kg. As fêmeas são normalmente menos desenvolvidas do que os machos.
    Acasalamento: só tenho a dizer que é meio complicado, pois eles não conseguem facilmente cruzar  os problemas de reprodução, encontrados pelos criadores são numerosos e diferentes uns dos outros. Eles constituem um serio entrave ao sucesso desta criação e decorrem das particularidades da anatomia e fisiologia da raça, fixadas pela seleção. Muito pesado e compacto, de uma natureza bastante linfática, o macho sente uma dificuldade para um acoplamento natural, por isso muitos criadores apresentam o fato do acasalamento só ser possível via inseminação artificial. SEGUNDO A REVISTA CÃES E CIA 94% DOS PARTOS SÃO REALIZADOS ATRAVÉS DE CESÁRIAS.

    A taxa de fecundidade é baixa. Ainda que os cios das fêmeas sejam notados, a data de ovulação é extremamente variável. Existe um considerável percentual de fêmeas hipo férteis.

    Características gerais:

    • Os machos pesam uma média de 24 a 25 kg, já as fêmeas pesam entre 22 e 23 kg;
    • Os pelos do bulldog são curtos, finos e de diversas cores;
    • As fêmeas não se desenvolvem tanto quanto os machos;
    • Possuem porte médio e são pesados.