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sábado, 2 de junho de 2012

Cuidados com os filhotes de guppy

Introdução: Filhotes de guppy começam a nadar quase que imediatamente após o nascimento.
Há um consenso entre os criadores de que o primeiro mês determina o futuro de um exemplar. Filhotes devem contar com um aquário próprio, preferencialmente limitado a uma ninhada, de modo a permitir a identificação das virtudes reprodutivas dos pais.

No início, o aquário não deve ser grande, para que possam encontrar o alimento com facilidade. Para uma ninhada, 30 litros é uma bom volume.
Limpeza:
O segredo do bom desenvolvimento é um somatório de genética, alimento e ambiente. Uma alimentação perfeita será comprometida pela poluição da água. Portanto, cuide de manter o ambiente dos peixes o mais limpo possível, não apenas recolhendo os excessos do fundo, mas promovendo trocas frequentes de água limpa e condicionada.

Limpeza, neste caso, não se resume a falta de detritos, mas tem o sentido geral de incluir a filtragem biológica, que remove elementos invisíveis como a amônia, nitrito, nitrato...
Trocas de Água:
Semanalmente, senão mais frequentemente, deverão ser realizadas trocas parciais de água, na base de 30 a 50%. Com os filhotes, mais intensamente alimentados, isso é especialmente importante.
Registros:
Há canetas próprias para anotação em vidro, compre uma delas, ou mais, de diversas cores, e anote no vidro frontal do aquário a data do nascimento, a quantidade de filhotes, a variedade a que pertencem e quem foram os pais, pelo menos, para que possa acompanhar seu crescimento mais objetivamente. Temperatura:
A temperaturas mais elevadas o metabolismo se acelera e há ganho de crescimento, mas 24°C é um bom parâmetro, salvo se a temperatura ambiente estiver naturalmente mais elevada. Nessa temperatura seus filhotes vão crescer mais lentamente, mas o farão durante mais tempo e terão uma maior expectativa de vida. Se não puder administrar sua paciência, eleve a temperatura em alguns graus, para que cresçam mais rápido. 
Considere que a maior intensidade de alimentação, Filhote de guppyrequer um bom sistema de filtragem, feito por filtros internos de esponja ou caixa, para que os filhotes não sejam sugados, o que é possível em outros modelos. Dois filtros por aquário é uma boa alternativa, pois permite a limpeza em dias diferentes, sem queda na eficiência.
Criadores organizados, vão preparar antecipadamente esses filtros, mantendo-os em aquários já povoados durante uns quinze dias, pelo menos.
As trocas de água devem ser frequentes, se possível diariamente, sendo 10 ou 20% uma quantidade razoável, que em filhotes poderá até ser maior. A troca deve ser feita por sifonamento de quaisquer sobras de alimento e detritos existentes. Com filhotes pequenos, é melhor sifonar com uma mangueirinha de ar, para evitar que sejam sugados. Se o calibre do sifão for maior, adapte uma tela de tule na ponta dele. Ainda assim, a água retirada, por medida de boa cautela, deve ser vertida em um balde, que permita verificar algum foi pescado involuntariamente.
Sexagem:
Ao final do primeiro mês, já inicia o dimorfismo sexual, e, nessa oportunidade, um Fêmea com ponto gravídico novo aquário deve ser preparado para as fêmeas. Os machos serão mais facilmente reconhecidos pelo maior desenvolvimento das nadadeiras caudais e dorsais, bem como pela falta do ponto gravídico (gravidity spot), que neles é substituído pelo gonopódio. As cores podem começar a surgir nessa época, embora em alguns casos demorem mais para se mostrar completamente.
Separados os sexos, haverá economia da energia que começaria a ser devotada ao namoro, permitindo que ainda haja concentração no desenvolvimento. Aos três meses, e até um pouco antes, as fêmeas se tornam férteis. Se forem fecundadas, vão canalizar energia para a geração de filhotes e podem atingir um menor tamanho final. Lembre-se de que o tamanho é importante para a quantidade de filhotes que poderão gerar no futuro, em cada ninhada. E, além disso, o tamanho é um dos atributos mais pontuados em uma fêmea, no padrão de julgamento de shows.

Quaisquer filhotes que apresentem defeitos devem ser rejeitados, tão logo se tornem evidentes.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Arará-azul




 A arara-azul (Anodorhynchus leari) é uma ave da família Psittacidae, originalmente encontrada nas matas brasileiras, hoje é vista raramente e o seu estado de conservação é crítico. Pode ser encontrada no interior do estado da Bahia.Essa arara torna-se madura para a reprodução aos 3 anos e sua época reprodutiva é entre novembro e março. Normalmente nascem 2 filhotes por vez e a gestação dura em torno de 30 dias. Depois do nascimento das araras azuis, elas ficam cerca de 3 meses no ninho sob cuidado dos pais, até se aventurarem no primeiro voo.
Restrita à caatinga baiana, na ecorregião do Raso da Catarina, mais precisamente nos municípios de Canudos, Euclides da Cunha, Jeremoabo, Monte Santo, Santa Brígida, Paulo Afonso, Sento Sé e Campo Formoso, a Arara-azul-de-lear é uma das aves brasileiras menos conhecidas e mais ameaçadas de extinção. As ameaças à espécie vão desde a captura e comércio ilegal dessas aves até à intensa perda de habitat, ocasionados pela derrubada da mata nativa por atividades agropecuárias de subsistência, principalmente a criação de caprinos e o cultivo de milho.
Com a chegada das chuvas no final do ano, inicia-se a época reprodutiva. Os casais se separam do resto do bando e fazem seus ninhos em cavidades, nos íngremes paredões de arenito, onde os poucos casais reprodutores criam seus filhotes, numa média de dois por período reprodutivo. Existem dois sítios de nidificação e dormitório, um em Canudos, na região conhecida como Toca Velha, uma RPPN de propriedade da Fundação Biodiversitas e em Jeremoabo, ao sul da Estação Ecológica do Raso da Catarina, unidade de conservação federal administrado pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade).As áreas de alimentação são determinadas por concentrações de palmeiras licuri (Syagrus coronata) em meio a árvores mais altas, isso se dá pelo fato de que o bando de Araras-azul-de-lear fica pousado em uma árvore alta enquanto indivíduos (sentinelas) partem para uma vistoria no local de alimentação e só depois o bando todo vai ao local para uma última conferência, e aí sim podem descer às áreas e desfrutar dos cocos de licuri nas árvores ou caídos no solo, o principal item na alimentação dessas araras. Além do licuri, utilizam também os frutos de pinhão, umbu e mucumã. Por vezes foram avistados bandos de araras forrageando em plantações de milho, o que acarreta conflito com agricultores, resultando em abate de aves nessas regiões. Em contrapartida, as criações de cabras na região ameaçam a recomposição natural da vegetação, pois as cabras usualmente devoram as mudas nativas.
É conhecida cientificamente há 150 anos, mas seu território de ocupação foi descrito há apenas 30 anos.



Puldos (Poodle)

São inteligentes, brincalhões, bons nadadores e caçadores, têm temperamento dócil com seu dono e para com as pessoas com quem estão familiarizados, além de procurarem a companhia de pessoas a quem estejam mais afeiçoado. Por serem tão inteligentes podem se entediar facilmente, e são bastante criativos em achar travessuras. São cães extremamente orientados às pessoas e, conseqüentemente, zelosos a elas. São excelentes cães de guarda, e diferentemente de algumas raças de trabalho, normalmente não ficam apegados a uma pessoa só da família. Os Poodles de tamanho gigante e médio tendem a ser docéis com crianças. Não requerem muito exercício como outros cães de caça, mas são ágeis, e mesmo assim apreciam grandes quantidades de exercícios. São cães que demonstram grande afetividade em relação aos donos. Também é considerada a segunda raça mais inteligente do mundo.
Como qualquer cão de raça pura, alguns pontos em relação à sua saúde devem ser observados pelos donos e criadores. Apesar de serem normalmente saudáveis, cães mais velhos (não é raro ver um Poodle toy com mais de 16 anos) podem estar predispostos a certos problemas de saúde. Sempre consulte um veterinário antes de tratar doenças por conta própria. Problemas de saúde freqüentes em Poodles toy: catarata, entropia, epilepsia, degeneração do disco intervertebral, atresia dos dutos lacrimais, Síndrome de Legg-Calvé-Perthes, luxação na rótula, atrofia progressiva da retina, trichiasis, e urolithiasis. Pra os exemplares do tamanho miniatura, os donos devem estar atentos a: catarata, distichiálise, entropia, epilepsia, glaucoma, degeneração do disco intervertebral, atresia dos dutos lacrimáis, Legg-Perthes, luxação na rótula, atrofia progressiva da retina, trichiasis, e urolithiasis. Já os de tamanho médio ou gigante podem apresentar: Doença de Addison, catarata, displasia da bacia, distichiálise, entropia, epilepsia, torção gástrica, persistência do duto arterioso, adenosíte sebácea e Doença de Von Willebrand. Todos os Poodles têm predisposição a desenvolver tumores na mama. Se o dono não planeja cruzar sua fêmea deve considerar castrar o Poodle antes do primeiro cio. Isto reduz drasticamente as chances do aparecimento destes tumores...

Gigante (ou grande), variando de: 45 à 60 cm na altura.
Tamanho médio, que varia de: 35 à 45 cm na altura.
Tamanho miniatura (mini ou anão) entre: 28 à 35 cm na altura.
Toy, cujo cão mede no máximo: 28 cm na altura.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

João de barro



Nome científico: Frnarius rufus
Quanto mede: 19 centímetros
Onde vive: O Piauí à Argentina
O que come: Grilos, formigas, Besouros
Reprodução: 3 a 4 ovos por ninhada, até duas por ano.
Vive em áreas de vegetação esparsa ou em campos abertos. Passa grande parte do tempo no solo, destacando-se por seu andar pausado característico, que alterna com pequenas corridas. Alimenta-se de insetos e larvas, aranhas e outros artrópodes. Pode ocasionalmente ingerir sementes.Raramente forrageia nas árvores. São monógamos e os casais permanecem unidos por longo tempo. Defendem seu território ao longo de todo o ano, tanto a fêmea como o macho, mas podem pernoitar fora de sua área. Têm o hábito de cantar juntos à entrada do ninho, agitando suas asas.
Seu ninho tipicamente em forma de forno o tornou popular. Em estado natural prefere os galhos baixos de árvores e troncos secos para nidificar, escolhendo pontos que possuam boa visibilidade do entorno, mas se não encontra um local adequado, pode nidificar até no chão ou sobre alguma rocha saliente. Em zona urbana, onde está perfeitamente adaptado, prefere postes elétricos, podendo construir também sobre edificações humanas. O hábito que tem de usar postes de eletricidade para nidificação tem causado problemas de manutenção para as empresas de energia elétrica. Não há relação direta entre a construção de ninhos e o período reprodutivo. A ave passa quase todo o ano envolvida em construções, às vezes mais de uma ao mesmo tempo, o que pode ser explicado pelo grande índice de perdas de ninhos por invasões de outros animais, acidentes com destruição e intervenção humana, e pela disponibilidade de barro fresco, que depende do regime de chuvas.
O casal se reveza na construção do ninho, com 17 a 30 cm de diâmetro e uma altura de cerca de 20 cm, que pode pesar até 12 kg, embora a média seja de 5 kg. Divide-se em uma base ou plataforma, um vestíbulo estreito e uma câmara incubadora mais ampla, arredondada. A entrada tem em geral uma forma elíptica ou em crescente. Seu material é o barro, a palha e o esterco fresco. Todos os anos constroem um ninho novo, mas às vezes podem reformar um antigo. Também podem construir mais de um ao mesmo tempo. A construção leva de 2 a 18 dias para terminar, conforme a disponibilidade de material, mas se este falta podem interromper o trabalho e iniciar outro ninho quando as chuvas formam novo barro. Depois de pronto o casal se ocupa em forrar a câmara incubadora - o que nem sempre ocorre - com fibras vegetais, pelos, cerdas e penas.
Ali a fêmea coloca de 3 a 4 ovos brancos, de casca frágil, que pesam de 4 a 7 g e medem de 27 a 29 mm de comprimento por cerca de 21 mm de diâmetro. A incubação, realizada pelo casal, só inicia consistentemente após a postura do terceiro ovo, levando de 14 a 18 dias. À noite, porém, parece que a incubação fica a cargo da fêmea. A taxa de natalidade é muito variável conforme a região. Os filhotes pouco depois de nascerem já apresentam comportamento defensivo, silvando como cobras e atacando intrusos com os bicos abertos, mas sem qualquer pontaria efetiva. Ambos os pais os alimentam. No início os adultos permanecem junto dos filhotes para aquecê-los, mas após oito dias de vida os pais vão passando mais tempo fora do ninho. Com 14 dias as crias já treinam seu canto, e aos 20 dias deixam o ninho, mas por poucos dias mais os pais ainda os alimentam. Se uma segunda postura se realiza na mesma temporada, os juvenis podem ajudar os pais a construir um novo ninho

domingo, 20 de maio de 2012

Tigre-d'água



Nome científico: Trachemis dorbignyi
Guanto mede: Até 15 cm
O que come: Carne, verduras
Onde vive: Sul do Brasil, Argentina e Paraquai
Hábitat: Lagoas e banhados
Filhotes: 10 a 14 ovos, encubam por 10 semanas
Vive entre: 30 á 100
Embora seja PROIBIDO, milhares de pessoas tentam criar essa simpática tartaruguinha em casa, e quase sempre o bichinho morre e, o pior, morre de desnutrição, que é uma forma de FOME.
O problema é que esse animal é basicamente carnívoro, embora também como verdura, mas nãose sabe por que os (vendedores cladestinos) sempre dizem que o único alimento necessário para o tigre-d'água é folha de ALFACE, que ela até come, mas não basta, precisa de pedacinhos de minhocas ou de carne mesmo. O outro problema é que muita gente mantém a tartaruguinha em aquário e mesmo sabendo nadar bem, ela necessita de um abrigo fora da água e também sofre muito com o frio de São Paulo, contraindo facilmente uma pneumonia, que é fatal principalmente entre os animais mais jovens, e o que se vende é sempre o filhotinho do tigre-d'água, com pouco mais de 4 centímetros.
Mesmo maltratada, entretanto, a espécie não corre risco, porque é muito abundante no Banhado do Taim, no Rio Grande do Sul, e porque procria bem em cativeiro. No Zoológico de São Paulo nancem todo ano pelo menos 200 dessas tartaruguinhas e já foram muito estudadas. Para identificar cada animal e saber qual a velocidade de crescimento, um cientista do zôo passou a fotografar o plastrão, isto é, a carapaça das tartarugas, pois descobriu que funciona como uma impressão digital. O desenho é sempre em vende e amarelo, mas jamais se repete.

sábado, 19 de maio de 2012

Livros

Eu estou reomendando para todos que querem saber mais sobre "a lingua corporal dos cães". Podem ler que eu ja li e gostei muito.