O seu nome científico é Xiphias gladius e pertence à familia dos Xifíidos, da ordem dos perciformes.
Trata-se de um peixe marinho de grandes dimensões e barbatanas espinhosas que habita nos mares tropicais, entre os 200 e os 800 metros de profundidade, podendo ascender de noite à superfície. Também é conhecido pelo nome de imperador e o seu peso médio geralmente está em cerca de 115 kg.
Na época de Verão, aproxima-se das costas para a perseguição dos cardumes. Os peixes-espada baseiam a sua alimentação em grandes moluscos e outros peixes. São animais agressivos e perseguem grupos de cavalas e de agulhas.
Entre as suas características físicas, destacamos que o peixe-espada tem uma barbatana dorsal de grande tamanho e não tem barbatanas pélvicas. Outra característica é a fusão e prolongação dos ossos que formam a sua mandíbula superior. Isto forma um bico rijo que dá a aparência de espada.
Os peixes-espada adultos não têm dentes.
A carne do peixe-espada é comestível e muito nutritiva. A sua pesca é um desporto muito popular e conhecido. Para isso, são utilizadas redes, arpões, canas de pesca e outros equipamentos de pesca desportiva.
Exocoetus volitans(L.), conhecido popularmente como peixe
voador, coió , cajaleó, cajaléu, holandês, pirabebe, santo-antônio, voador-cascudo, voador-de-pedra e voador-de-fundo, é um peixeteleósteobeloniforme da família dos exocoetídeos, geralmente pelágico, de distribuição circuntropical, muito capturado em várias regiões.
Características
A espécie chega a medir até 25 centímetros de comprimento, de corpo alongado, dorso azul-acinzentado, flancos prateados e ventre claro, nadadeiras pélvicas muito curtas, peitorais extremamente desenvolvidas e caudal furcada com lobo inferior maior. As desenvolvidas nadadeiras peitorais lhe permitem dar pequenos voos rentes à superfície da água, para fugir de seus predadores .
Recentemente, uma equipe do canal de televisão japonês NHK filmou um peixe-voador planando no ar durante 45 segundos, no que pode ser o voo mais longo já gravado da espécie marinha. O peixe voador habita a água salgada, é encontrado em todos os oceanos e tem reprodução interna.
A baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae), também conhecida como baleia-preta, baleia-corcunda, baleia-xibarte, baleia-cantoraou baleia-de-bossa, é um mamífero marinho da ordem dos cetáceos que vive em mares do mundo todo.
Os machos da espécie medem de 15 a 16 metros; as fêmeas, de 16 a 17. O peso médio é de aproximadamente 40 toneladas, sendo que o maior exemplar já visto possuía 19 metros.
É uma espécie protegida desde 1967 e, em 2008, as estimativas do número de indivíduos variam de 30 mil a 65 mil exemplares.
Descrição geral
São reconhecidas facilmente graças a numerosos sinais. Possuem a parte superior totalmente negra, parte inferior branca ou um pouco mais escura. A cabeça e [[mandíbula]] inferior estão recobertas de pequenas protuberâncias características da espécie, chamadas de tubérculos cefálicos, ou dérmicos, que na realidade são folículo piloso|folículos pilosos.
A cauda possui manchas negras e brancas visíveis quando o animal submerge, e as ondulações da sua parte posterior e os ''desenhos'' em suas barbatanas caudais (próprias de cada exemplar) são utilizadas para identificação.
Cada [barbatana] peitoral (também com manchas negras e brancas e com um ''desenho'' próprio de cada animal) pode alcançar até um terço do comprimento do corpo, muito mais que qualquer outra espécie da ordem dos [cetáceos]. Para explicar esta diferença tão notável, várias hipóteses têm sido apresentadas: algumas acreditam que se deva a uma adaptação evolutiva para assegurar uma maior facilidade de movimento, outras acreditam que seja para melhorar a regulação térmica interna durante os movimentos migratórios em que a temperatura varia consideravelmente, de acordo com a região.
Quando a baleia emerge, expulsa o ar de seus pulmão|pulmões formando uma nuvem de até três metros. O ar quente, proveniente dos pulmões, condensa imediatamente em contato com o ar frio. A barbatana dorsal, achatada, aparece fora da água após este movimento respiratório e permanece visível até que a barbatana caudal desapareça.
Assim como os demais membros de sua espécie, a baleia possui entre 16 e 20 sulcos ventrais, que são na realidade pregas paralelas que vão da mandíbula até o [umbigo] e que permitem uma maior abertura da boca.
As ''barbas de baleia|barbas'' características da subordem são produções córneas que filtram a água, retendo o alimento. A jubarte conta entre 270 e 400 barbas de cor escura, dispostas a cada lado da boca.
As fêmeas possuem um lóbulo de 15 centímetros de diâmetro na região genital que permite diferenciar os sexos, já que o pênis dos machos está geralmente escondido na ranhura genital. As baleias parem normalmente a cada dois ou três anos. A gestação dura onze meses. É raro, mas certas fêmeas podem dar à luz dois anos seguidos.
O filhote mede ao nascimento de quatro a quatro metros e meio e pesa aproximadamente 700 quilogramas. É amamentado por sua mãe durante um ano, sendo sua única fonte alimentícia durante os seis primeiros meses. Os seis meses seguintes alternam com o alimento que são capazes de capturar eles mesmos. Os filhotes abandonam suas mães ao início de seu segundo ano, quando alcançam aproximadamente os nove metros de comprimento.
Os jovens alcançam a maturidade sexual aos cinco anos. Vivem, geralmente, de 40 a 50 anos.
Comportamento social
A organização social das baleias-jubarte é escassa, os indivíduos costumam ser solitários ou vivem em grupos efêmeros que duram apenas algumas horas. Os agrupamentos são mais estáveis no verão, quando cooperam entre si para fins alimentares. Relações mais duradouras, de meses ou anos, entre casais ou pequenos grupos são raramente descritas. Sua distribuição mundial faz com que sejam vistas muitas vezes juntamente com outras baleias da família Delphinidae, mas raramente interagindo.
O cortejo sexual é realizado durante o período do inverno; a competição pela parceira é geralmente intensa. Grupos de machos de dois até vinte exemplares reúnem-se ao redor de uma fêmea para realizar exibições variadas, que servem para estabelecer as relações dominantes entre os machos. O cortejo dura várias horas e a "cobiçada" do grupo flutua entre a chegada de novos pretendentes e a saída dos machos perdedores. Podem ser realizados saltos, golpes com as barbatanas na superfície, ataques a outros machos ou fugas. Supõe-se que o canto das baleias participe também do ato de cortejo, mas não está claro se o propósito é a identificação entre os machos ou um chamado para o ato sexual em si (ou ambas). Entretanto, todos estes comportamentos também foram observados na ausência completa de fêmeas em potencial, o que levanta a possibilidade de que estes atos sejam ferramentas de comunicação, utilizadas com inúmeros propósitos.
Alimentação
A espécie alimenta-se exclusivamente durante o verão e vive de suas reservas de gordura durante o inverno. É um predador ativo que caça krill, copépodes e peixes em cardumes, como o arenque (Clupea harengus), o salmão, o carapau (Scomber scombrus), o escamudo (Pollachius virens), a arinca (Melanogrammus aeglefinus), no Atlântico Norte, seja atacando-os diretamente ou golpeando a água com suas barbatanas para atordoá-los previamente.
A baleia-jubarte tem o mais diversificado repertório de métodos alimentícios de todas as baleias.Sem dúvida a técnica de pesca mais original da jubarte é a de borbulhas de ar. Esta técnica foi desenvolvida por cerca de 250 indivíduos apenas. Várias baleias formam um grupo que cerca o cardume por baixo e expulsam o ar de seus pulmões, formando uma rede de bolhas que vão forçando o cardume a se concentrar e subir para a superfície. Esta cortina de bolhas serve também para esconder visualmente as baleias até o ataque final, quando estas sobem com a boca aberta, tragando milhares de peixes de uma única vez.
O diâmetro da rede das borbulhas de ar pode alcançar 30 metros e precisar da colaboração de 12 indivíduos. Algumas baleias assumem a tarefa de criar as bolhas, ao emitir sons, expulsando o ar através de seus espiráculos, e outras mergulham mais em direção ao fundo para forçar os peixes na direção da superfície. É possivelmente o exemplo mais espetacular de colaboração entre mamíferos marinhos.
As jubartes podem ser atacadas pelas orcas. Esses ataques geralmente não resultam em algo mais sério que escoriações ou cicatrizes, embora seja provável que os filhotes possam vez ou outra serem mortos[9].
A estratégia de pesca da baleia-corcunda inspirou biólogos portugueses a desenvolver métodos de pesca que substituam a rede de pesca, com todos os problemas e consequências que isso provoca, por bolhas de ar.
Canto
Além de suas acrobacias aquáticas, as jubartes são conhecidas por seus longos e complexos cantos musicais. Emitem, durante horas (ou até dias), padrões de notas graves que variam de amplitude e freqüência, repetindo seqüências de forma coerente e organizada. As baleias somente cantam durante o período de acasalamento, por isso supõe-se que as canções tenham por finalidade atrair parceiros.
Um fato interessante é que a canção, própria de cada baleia, evolui lentamente durante sua vida e nunca volta a uma seqüência de notas já cantada, mesmo anos depois.
VEJA !!!
Distribuição
A baleia-jubarte pode ser vista em todos os oceanos, entre as latitudes 60ºS até 65ºN. É uma espécie migratória, que passa os verões nas águas frias de latitudes mais altas e que se reproduz em climas tropicais ou subtropicais. Percorrem distâncias de mais de 25.000km ao ano, sendo recordistas entre os mamíferos. Como exceção as populações do Golfo Pérsico não são migratórias e permanecem em suas águas quentes o ano todo. Não há jubartes no Mar Báltico, nem no Oceano Ártico, nem na parte mais oriental do Mediterrâneo.
Relação com os humanos
As baleias estão presentes nos contos de marinheiro desde sempre. O espetáculo destas criaturas gigantescas saltando sobre a água explica grande parte dessa atração. A jubarte deu, provavelmente, origem aos mitos dos monstros marinhos e dos cantos das sereias. Inclusive em nossos dias, os mergulhadores que se encontram em proximidade com jubartes cantando dizem que se sentem desorientados, provavelmente pela força das notas reproduzidas no tórax.
Até meados dos anos 90, a espécie foi considerada vulnerável. Neste momento, contudo, o seu estado de conservação é pouco preocupante, dado nos últimos anos se ter sentido um pequeno, mas seguro, aumento do número destes animais.
Longevidade:
Estimada em 40 anos.
Distribuição geográfica:
As baleias-de-bico-de-garrafa podem ser encontradas principalmente nas zonas de águas profundas do Atlântico Norte, embora se registem avistamentos ocasionais até à latitude das ilhas de Cabo Verde.
Apesar de não haver garantias, está a ser estudada a possibilidade de haver grupos residentes destes animais em redor das ilhas do Açores e não estarem de passagem, como até agora se pensava, o que alteraria significativamente o que se sabe sobre os hábitos destes animais.
Alimentação:
A base da alimentação destas baleias são os cefalópodes, principalmente lulas e chocos, e ocasionalmente peixes.
Gestação e maturidade sexual:
A maturidade sexual desta espécie acontece após os 7 anos para as fêmeas, e mais 2 ou 3 anos para os machos.
O tempo de gestação nesta espécie é de cerca de um ano, findo o qual nasce quase sempre apenas uma cria.
Tamanho e peso:
Os machos desta espécie podem atingir os 10,0 metros e pesar até 7 toneladas, e as fêmeas os 8,5 metros e as 5 toneladas.
A baleia-azul é um mamífero marinho. Possui 30 metros de comprimento e pesa 120 toneladas, sendo, portanto, o maior animal que habita a Terra. Família: Balenopteridae Este animal pertence à ordem Cetacea, subordem Mysticeti, família Balaenopteridae, gênero Balaenoptera e espécie Balaenoptera musculus, sendo que esta última divide-se em três subespécies:
B. m. musculus: habitam o Atlântico Norte e o Pacífico Norte;
B. m. intermedia: habita o Oceano Ártico;
B. m. brevicauda: esta é de porte pequeno, conhecida como baleia-pigmeu, e habita o Oceano Índico e Pacífico Sul.
Assim como outros cetáceos, a baleia-azul sobe periodicamente à superfície para respirar, emitindo um jato de água e vapor por uma pequena aleta (abertura), armazenando grande quantidade de ar em seus pulmões.
Suas nadadeiras dorsais funcionam como órgão de equilíbrio e direção; a barbatana caudal é um poderoso órgão de propulsão, que encontra-se disposta horizontalmente, executando movimentos de baixo para cima e vice-versa.
Sua alimentação é constituída basicamente de crustáceos e plânctons marinhos. Engole sua presa inteira, sem mastigá-la, como fazem os mamíferos terrestres, permitindo uma rápida ingestão do alimento sem que entre muita água junto.
Atingem a maturidade sexual por volta de 7 a 8 anos de idade. Sua gestação dura aproximadamente de 11 a 12 meses, e os filhotes nascem com cerca de 7 metros de comprimento, com peso próximo de 2,5 toneladas. O período de amamentação dura sete meses, quando atingem quase 13 metros de comprimento e 10 toneladas. Esses animais chegam a viver até 90 anos.
Durante séculos ela conseguiu escapar do homem, viva ou morta, pois por ser muito veloz, quando atingida por um arpão, esforçava-se para afundar, evitando assim, que o homem se aproveitasse de sua carcaça. No entanto, a moderna tecnologia criou embarcações e arpões especiais para a caça desses grandes cetáceos, tornando-se uma presa habitual dos caçadores de baleias. É, por essa razão, uma das espécies mais ameaçadas de extinção, apesar das leis existentes que proíbem sua caça.
Nome Científico: Panthera tigris Distribuição geográfica: China, Índia, Sumatra, Java e Bali. Habitate natural: Floresta temperadas e frias. Ele surgiu originalmente na Sibéria. Hábitos alimentares: Come animais - leopardos, crocodilos, tartarugas, peixes. E pode se alimentar de humanos, também... Tamanho: De 1,42 a 2,60 metros de comprimento, incluindo a cauda, que pode ter mais de 1 metro. Peso de gestação: 100 a 108 dias. Filhotes: Nascem pesando no máximo um quilo. A fêmea tem de um a quatro filhotes a cada ninhada, com intervalos de três anos. Os filhotes ficam sob os cuidados da mãe até completarem 3 anos. Apenas a fêmea cuida dos filhotes Tempo médio de vida: 20 anos. Os machos costumam morrer mais rápido que as fêmeas Contra a extinção: Algumas subespécies, como o Tigre-de-bengala (Panthera tigris tigris), ainda são bastante comuns. O Tigre-do-cáspio (Panthera tigris virgata) e o Tigre-de-java (Panthera tigris sondaica) já foram extintos. Outros correm o risco de extinção. entre eles estão o Tigre-da-china (Panthera tigris amoyensis), Tigre-da-sibéria (Panthera tigris altaica) e o Tigre-de-sumatra (Panthera tigris sumatra) Curiosidades: Os tigres conseguem saltar 9 metros de distância e 5 metros de altura.
Eles costumam temer os seres humanos, de tanto que já foram caçados por pessoas. Os tigres são bons nadadores - já chegaram a percorrer mais de cinco quilômetros nas águas. Nenhum tigre tem as listras dos pêlos igual a outro. Elas correspondem às impressões digitais dos seres humanos: servem para diferenciar um animal do outro.