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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Leão

Leão
Nome científico: Panthera leo

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Felidae
Género: Panthera
Espécie: P. leo

Distribuição
O leão vive num vasto território, que vai desde o Centro até ao Sul de África. Existe ainda um grande número de indivíduos, principalmente nas reservas existentes neste continente, embora em alguns territórios tenha sido quase extinto, devido às constantes guerras de que essas zonas são palco. Existem muitos exemplares espalhados pelos zoos de todo o mundo, havendo também muitos particulares que mantêm estes felinos nas suas propriedades. Estes animais, regra geral, são pacíficos, já que são capturados enquanto jovens, podendo contudo tornar-se violentos se o alimento faltar, ou na época do cio.

O leão é também frequentemente usado nas actividades circenses. No entanto, em alguns casos são mantidos em condições físicas muito degradantes.

Hábitos
Os leões vivem em grandes famílias, constituídas por um macho dominante, muitas fêmeas e crias. Os jovens machos são afastados do grupo logo que atinjam a maturidade sexual pelo macho dominante, voltando frequentemente para disputar com este a liderança do grupo. Frequentemente, o domínio do grupo é disputado por outros machos e, se o macho até então dominante perder, o novo macho tentará eliminar todas as jovens crias da linhagem do antigo dominador.

A caça
Nos grupos de leões, a caça está reservada às fêmeas. Estas esperam que uma manada de qualquer uma das suas presas favoritas passe perto, e montam emboscadas colectivas. Frequentemente, o número de animais abatidos é superior ao necessário, pois quando o ataque começa as leoas perdem a noção das necessidades, acabando por matar muitos animais.

Apesar de não participar nas caçadas, o macho é o primeiro a comer, principalmente se o número de presas for pouco. Só depois de saciado é que o macho cede o lugar às fêmeas e aos jovens.

Os machos que não possuem territórios juntam-se em grupos e têm de tentar caçar, ou então esperam pelos restos de carcaças que eventualmente possam encontrar, ficando com muita frequência famintos, dada a sua inabilidade para a caça.

As fêmeas solitárias ou com crias caçam sozinhas para alimentar a sua prole. No entanto, necessitam frequentemente de fazer várias investidas até serem bem sucedidas.

As presas
As presas preferidas dos leões são as zebras, gnus, impalas e outros pequenos cervídeos e antílopes da savana. Em tempo de poucas presas, podem atacar búfalos e girafas, mas estes animais são evitados, já que um ataque mal planeado pode ser fatal para o predador, no caso dos búfalos, devido às marradas e no caso das girafas, devido aos coices.

Reprodução
As leoas podem ter crias a cada dois anos.
O tempo de gestação dos leões é, em média, de 100 a 108 dias, tempo ao fim do qual nascem entre três e quatro filhotes. As crias nascem com pequenas manchas tigradas nos membros, que desaparecerão por volta dos seis meses. Só os machos desenvolverão a sua característica juba. A mãe amamenta os filhotes em exclusivo durante alguns meses, após o que começa a partilhar com eles o seu alimento e a ensiná-los a caçar, deixando de se ocupar da ninhada por volta do ano.

Tamanho, peso e esperança de vida
Os leões podem medir cerca de 1,90 m, ter 90 cm de altura e pesar 150 kg. Vivem cerca de 20 anos.

domingo, 9 de outubro de 2011

Borboletas

 
Você já se imaginou passeando por um jardim com mais de 900 borboletas coloridas? Isso é possível no Borboletário de Diadema, instalado no Jardim Botânico, onde vivem três espécies - a branquinha Ascia Monuste (borboleta-da-couve), a marrom Caligo ilioneus (olho de coruja) e a alaranjada Dryas iulia (conhecida como Julia). O local funciona como grande maternidade, para que o visitante possa acompanhar o processo da transformação da lagarta nesse bonito inseto.
Algumas espécies alimentam-se de néctar de flor, outras preferem fruta madura. Todas pousam no solo molhado para sugar os minerais (o local mantém o chão sempre úmido) e, como boas mães, botam os ovos nas folhas que os filhotes gostam de comer. Por isso, a equipe do parque sabe onde encontrá-los e os leva ao laboratório.
Conforme os ovinhos crescem, transformam-se em lagartas e são alimentadas com a planta certa. Nessa fase, comem muito e vão ficando gordinhas, até formar a pupa (como casulo), que vai servir de morada por cerca de duas semanas, dependendo da espécie e temperatura Essa pupa se mantém colada a uma parede ou planta, por meio da cera que a lagarta produz. E, a partir daí, sua vida é só comer.
Assim que se liberta da casinha, a borboleta elimina tudo que armazenou durante a fase chamada metamorfose. É como se fizesse cocô. Nas primeiras horas como borboleta, parece velha e cansada. É que a asa está úmida e bem amassada; são necessários, no mínimo, 20 minutos para que consiga abrir a asa totalmente. Depois disso, vai para o jardim, junto com suas companheiras.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Em "O Zelador Animal", bichos ajudam funcionário no amor

No tempo em que os animais falavam, como sabem todas as crianças, as histórias eram mais divertidas do que nos dias de hoje. Talvez por isso os bichos tenham feito um pacto de silêncio para protestar contra os roteiristas de Hollywood, que encontram muita dificuldade em criar boas situações com elencos animais simpáticos.
"O Zelador Animal", uma comédia totalmente infantil (tanto que está sendo lançada no Brasil apenas em cópias dubladas), é o exemplo mais recente da falta de criatividade dos estúdios. Aqui, o diretor Frank Coraci tentou misturar ingredientes de comédia romântica com humor de pré-escola e se deu mal. A história romântica é muito previsível e as situações engraçadas proporcionadas pelos animais podem ser contadas nos dedos de uma mão.


Foto: Divulgação
Kevin James em 'O Zelador Animal'

O zelador animal é Griffin (Kevin James), um gordinho de bom coração, que trabalha em um zoológico, apaixonado por Stephanie (Leslie Bibb). Na cena inicial, ele a pede em casamento com uma estratégia brego-romântica, deixando um bilhete em uma garrafa na praia, como se fosse o pedido de socorro de um náufrago. A negativa da moça é fulminante e parte o coração do namorado apaixonado.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Peixe Palhaço


PEIXE PALHAÇO
Protegido contra veneno
O peixe palhaço ou anfitrião toda o tempo perto das anêmonas do mar.
Ele de esconde do perigo e se esconde no meio dos tentáculos venenosos da anÊmonas.
As vezes, chega mesmo a roubar alimentos da boca de sua protetora, embora tembém traga comida pra um lugar onde ela alcança.
Este pequeno peixe ao contrario de outro, esta a salvo dos ferrões da anêmona.
O motivo pelo gual o peixe não sofre o efeito das cèlulas erticantes da anêmonas ainda não é bem conhecida.
Alguens cientista acreditam que o muco que recobre o peixe protege-o. Entretanto, somente os peixes palhaços estão protegidos. Os doentes são mortos pela anêmonas. O peixe palhaço ou anfitrião é encontrado no oceano pacifico e atlânico. A fêmea põe seus avos na base de uma anêmonas do mar.

Características: comprimento 8cm
Cor: Vermelho ferrugem, om listras verticas cabeça curta boca pequena destes pouco desenvolvidos.
Muito sociável e vive em simbiose com a anêmona Stoichactis este habitantes de fundo pode crescer ate 12 cm.
Temperatura: 28 c.
Aimentação: Cmarão, artêmia, flocos industrializadoas.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Cavalos

O cavalo é um ser que habita a terra há cerca de 5 milhões de anos. Vive coletivamente, sempre em manadas. Por esse motivo, tem sempre um líder, ao qual todos os membros obedecem aos comandos sem qualquer contestação. Normalmente, essa liderança é obtida por meio de combates entre os candidatos e o vencedor ocupa a liderança até a próxima luta com outro aspirante, podendo ser até da mesma manada ou de uma outra qualquer.
     O cavalo é um animal herbívoro, ou seja, que se alimenta de gramíneas (capim), tendo uma digestão bem típica, com grande absorção intestinal, sendo que hoje, por influência da ação dos humanos, tem mudado seu hábito alimentar ingerindo ração, concentrados, cenoura, milho e outros tipos de alimentos que somente agora teve contato. 
     Hoje os cavalos vivem, em média, 25 anos, atingindo sua idade adulta aos cinco anos, podendo procriar normalmente a partir dos 2,5 anos. Sua gestação é de 11 meses, tendo um filhote, raramente dois.
     O potro quando nasce não possui dentes, sendo que os primeiros fazem sua erupção aos dez dias, completando a arcada dentária provisória ou de leite até os seis meses. Os dentes de leite ou caducos começam a ser substituídos por volta dos 2,5 anos e terminam aos cinco anos, quando são considerados adultos.
     Uma égua produz cerca de 15 litros de leite por dia e o potro mama de hora em hora até os 6 meses, quando começa a se alimentar com outro tipo de comida, além do leite materno.
     Na boca do cavalo começa a sua digestão alimentar que, com a apreensão pelos lábios e corte pelos dentes, além da saliva que possui as primeiras enzimas alimentares, iniciam a quebra dos alimentos com uma química muito específica.
     Os dentes são em número de 40, sendo que as fêmeas não possuem o dente canino, assim sua dentição completa (feminina) é de 36 dentes. Por esse motivo, ao vermos uma mandíbula de eqüino, podemos saber seu sexo bem como sua idade, já que o desgaste dentário nos fornece a idade aproximada do indivíduo. 
     O estômago do cavalo é o menor, proporcionalmente, entre as espécies, pois quando o alimento se encontra nesse órgão há grande produção de gases e por uma contingência anatômica, da parte anterior do estômago do eqüino, o gás não reflui (o cavalo não arrota), para eliminar os gases formados em abundância na digestão, causando assim um elevado número de mortes com ruptura do estômago e peritonite.
     A circulação sangüínea do cavalo é outro ponto importante na rotina diária, pois o coração bombeia o sangue para as partes periféricas (sangue arterial) e os cascos por uma ação mecânica faz com que o sangue reflua para o interior do corpo - circulação de retorno - (sangue venoso) que o cavalo, quando retira do solo o membro para mudar o passo, o tecido córneo - casco - se contrai e bombeia o sangue para o interior do corpo, funcionando como se fossem outros quatro corações e toda alteração nesse mecanismo traz sérias conseqüências para a vida útil do animal. Causa também um grande número de doenças, chamadas de aguamento, pois o cavalo fica com muita dor nas patas e com um grande aumento de volume, pois há acúmulo de um líquido amarelo. Como se fosse água (na realidade nada mais é do que o sangue venoso acumulado em suas patas, que não conseguiu fazer o caminho de volta ao coração). Quando isso ocorre, causa um grande desconforto e muita dor, podendo até mesmo ocorrer a morte do animal.
     O cavalo é a única espécie animal que possui 18 pares de costelas, dando um grande comprimento de corpo, principal característica utilizada pelo homem (local onde o cavaleiro senta) e que nós chamamos de lombo.
Você Sabia?
     O Brasil possui a segunda maior população de cavalos no Mundo, estimada em 6.2 milhões de animais, ficando apenas atrás da China com aproximadamente 10,2 milhões. No Planeta, o total da população de cavalos é estimada em quase 62 milhões.

domingo, 11 de setembro de 2011

Arara

Arara
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Psitaciformes
Família: Psittacidae

Distribuição
Esta ave tem a sua origem na América Central e na América do Sul.

Hábitos
Trepadora por natureza, a Arara gosta de ter poleiros resistentes ou paredes rochosas, onde possa usar toda a força que tem nas patas.

Comportamento
Brincalhona e afável, é uma óptima companhia para toda a família, ao contrário de outras, que elegem um dono apenas.
Para quem pensa adquirir um animal destes, é bom saber que estas aves se tornam muito grandes em adultas, com cerca de 85cm de altura, e podem viver cerca de 40 anos.

Antes de adoptar
Mais importante que tudo isso é o facto de poder estar a entrar em extinção, devido ao grande número de exemplares capturados e à crescente desmatação a que se vem assistindo nesta área do globo.Portanto, se pretende adquirir um animal desta espécie, saiba de onde vem, se de um criador certificado, e aí recomendamos a sua aquisição, ou se foi capturada na natureza, e aí, não só deve negar a sua aquisição, como informar as autoridades competentes, este é um dever que todos temos, para não alimentar um negócio sem regras e proibido pelas leis internacionais.

Este é um animal que necessita de acompanhamento rigoroso. Quando se sentem sozinhas arrancam as penas do corpo, ficando com vastas áreas completamente descobertas.

Alimentaçãoem cativeiro
A sua alimentação em cativeiro deve ser feita à base de amendoim, girassol e milho verde. Como suplemento alimentar, gostam de comer fruta, particularmente banana, mamão e coco, e algumas destas aves apreciam alguns gomos de laranja, se bem que esta possa ter algum efeito negativo no aparelho digestivo.

Desaconselha-se vivamente manter estas aves fechadas em gaiolas.

Tamanho
Tamanho médio em adulto: 75cm.