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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Há 8,7 milhões de espécies na Terra, a maioria por descobrir


O planeta Terra terá 8,7 milhões de espécies, das quais 2,2 milhões vivem nos oceanos, mas a grande maioria ainda está por descobrir, descrever e catalogar, conclui um estudo publicado nesta terça-feira na revista online Public Library of Science Biology (PLoS Biology).
A nova estimativa das espécies foi feita pelos cientistas que integraram um projecto de dez anos do Censos da Vida Marinha e baseia-se numa técnica de análise que permite uma estimativa mais precisa. Antes, apontava-se que o número de espécies existentes se situava entre os três e os 100 milhões.

“A questão de quantas espécies existem intrigou os cientistas desde há vários séculos e a resposta é agora particularmente importante porque as várias actividades humanas estão a acelerar as extinções”, disse em comunicado Camilo Mora, da Universidade de Dalhouise, no Canadá, um dos autores do estudo. “Muitas espécies podem desaparecer antes mesmo de sabermos da sua existência, da função nos ecossistemas ou da potencial contribuição para melhorar o bem-estar humano”.

Para chegarem a este número, os investigadores olharam para a árvore da vida, que faz agrupamentos artificiais cada vez maiores e mais gerais das espécies. Os humanos pertencem à espécie Homo sapiens, ao género Homo, à família dos hominídeos (como o chimpanzé), à ordem dos primatas (juntamente com o lémure), à classe dos mamíferos (onde se inclui por exemplo o gato), ao filo dos cordados (que inclui peixes, aves ou répteis) e, finalmente, ao reino dos animais, como as formigas, as anémonas e as lombrigas.
O planeta Terra terá 8,7 milhões de espécies, das quais 2,2 milhões vivem nos oceanos, mas a grande maioria ainda está por descobrir, descrever e catalogar, conclui um estudo publicado nesta terça-feira na revista online Public Library of Science Biology (PLoS Biology).
A nova estimativa das espécies foi feita pelos cientistas que integraram um projecto de dez anos do Censos da Vida Marinha e baseia-se numa técnica de análise que permite uma estimativa mais precisa. Antes, apontava-se que o número de espécies existentes se situava entre os três e os 100 milhões.

“A questão de quantas espécies existem intrigou os cientistas desde há vários séculos e a resposta é agora particularmente importante porque as várias actividades humanas estão a acelerar as extinções”, disse em comunicado Camilo Mora, da Universidade de Dalhouise, no Canadá, um dos autores do estudo. “Muitas espécies podem desaparecer antes mesmo de sabermos da sua existência, da função nos ecossistemas ou da potencial contribuição para melhorar o bem-estar humano”.

Para chegarem a este número, os investigadores olharam para a árvore da vida, que faz agrupamentos artificiais cada vez maiores e mais gerais das espécies. Os humanos pertencem à espécie Homo sapiens, ao género Homo, à família dos hominídeos (como o chimpanzé), à ordem dos primatas (juntamente com o lémure), à classe dos mamíferos (onde se inclui por exemplo o gato), ao filo dos cordados (que inclui peixes, aves ou répteis) e, finalmente, ao reino dos animais, como as formigas, as anémonas e as lombrigas.

domingo, 21 de agosto de 2011

Cão se arrisca para proteger filhotes de gato em incêndio na Austrália.

Um cachorro na Austrália mostrou que a fidelidade canina vai além dorelacionamento com o ser humano. Mesmo com a casa em chamas, Leo, um
destemido terrier, não abandonou os filhotes da gata Sabrina.

Ocaso ocorreu na noite de sábado (25). Duas crianças e um adolescente
que estavam na residência, localizada em Melbourne, foram resgatados e
pediram aos bombeiros para salvarem seus bichos de estimação.


Acasa já estava sendo consumida pelo fogo e seu interior estava repleto
de fumaça quando encontraram Leo, quase desacordado, ao lado dos
filhotes, informa o jornal
"Herald Sun".

Após a retirada de todos os animais, Leo, que tem 11 meses, teve de ser
reanimado. Pelo "ato de bravura", ele deverá ganhar uma medalha do
Corpo de Bombeiros.


Outro cão da família, Barney, escapou sem ferimentos. Sabrina continua desaparecida.

Os cachorros sentem cheiro de medo?

Quando alguém diz que os cachorros percebem se uma pessoa está com medo, está certo. Mas dizer que é porque eles sentem "cheiro de medo" é um pouco de exagero. Mesmo que a primeira reação do cão seja cheirar a pessoa, não é assim que ele vai descobrir seu temor.

De acordo com a veterinária e terapeuta Rúbia Burnier, o que faz um cão agir com agressividade diante de alguém não é o cheiro, mas a atitude, a postura, a tensão muscular e a expressão facial. Se perceber que o indivíduo está com medo, o animal pode interpretar isso como uma ameaça e reagir para se defender.

"Quando sentimos medo, nosso organismo entra num estado de estresse que desencadeia reações físicas como o aumento dos batimentos cardíacos e do fluxo sangüíneo do cérebro para os músculos, aceleração da respiração, dilatação das pupilas e aumento da transpiração corporal", detalha Rúbia.

Ela diz ainda que o olfato é ferramenta crucial no processo de comunicação dos cães, e que, por meio do cheiro contido na urina e na região genital, eles transmitem suas características de personalidade e seu estado emocional. Assim, ao cheirar uma pessoa, o cachorro está procurando essas pistas, pois é isso o que ele faria se estivesse diante de outro cachorro.

Animais silvestres vítimas de tráfico recebem tratamento em MG

Grande parte dos animais silvestres capturados morre por causa de maus-tratos. Aqueles que sobrevivem, em muitos casos, não têm condições de voltar para a natureza. Eles ficam tão domesticados, que não conseguem mais se defender. Em Juiz de Fora (MG), vários animais estão nessa situação.Policiais levam pássaros de várias espécies, vítimas do tráfico de animais, para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) de Juiz de Fora.
No local, os animais doentes são tratados no Centro de Triagem. Quando se recuperam, os pássaros vão fazer companhia para outras aves mantidas em um viveiro.

“Ao comprar, ao ter em casa um animal silvestre, como um papagaio por exemplo, a pessoa está alimentando o tráfico. Recomendamos às pessoas que não alimentem esse tipo de tráfico”, diz Aurélio de Souza Filho, chefe do Ibama.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Campanha: Adotar é tudo de bom

Esta é a Campanha Mundial que a Pedigree faz desde 2004. Logo no seu lançamento foram arrecadados U$ 750.000 para ajudar os cachorros abandonados a encontrar novos lares.No Canadá foram realizadas diversas ações de impacto nos pontos de venda, gerando participação imediata dos consumidores e futuros donos dos cães até então abandonados.Países como: França, Alemanha, Irlanda, Reino Unido, África do Sul e Austrália participaram da campanha e tiveram grande êxito.

No Brasil, a campanha que abraçou a internet em 2008 foi um sucesso, foram 3192 propostas de adoção para Sissi, Marilu e Lord. Esta ação contou com grandes parceiros como Google, Yahoo e Msn. A campanha ganha força no Brasil. A meta é arrecadar e doar R$ 1 milhão até outubro de 2009.Em Toledo - PR, a Associação dos Focinhos Carentes de Toledo (AFOCATO) tenta com máximo de esforço, pouquíssimo recurso e muito amor, ajudar os cães abandonados da cidade. Devido a falta de estrutura, os animais da associação precisaram ser encaminhados para uma ONG em Guaíra – PR. Mas este panorama começa a mudar. A prefeitura de Toledo concedeu um terreno para a construção de um novo canil para a AFOCATO, mas ainda é necessário realizar muita coisa.O slogan “Um amigo não se compra, ADOTE” incentiva as pessoas interessadas em ter um cãozinho de estimação a adotar um em vez de comprar.

Bleagle

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Os cães da raça beagle medem, em média, entre 35 e 45 cm
O peso desta raça varia de 15 a 23 kg
A pelagem destes cães é curta, resistente e densa
Podem apresentar duas cores (branco e marrom) ou três (branco, preto e marrom)
As orelhas são longas e com as pontas arredondadas
Os olhos são de tamanho médio, distantes um do outro
É uma raça cuja origem é o Reino Unido

COMPORTAMENTO E TEMPERAMENTO:

Os beagles são ativos, gostam de brincar e apresentam-se quase sempre alegres
Apresenta habilidades voltadas para a caça
É fácil de ser adestrado
Não apresenta características de agressividade, sendo muito independente
É muito inteligente e esperto nas atividades cotidianas
Necessita praticar atividades de elevado consumo de energia. Ideal para criar em casas com quintal grande
É um animal com fácil adaptação para a vida doméstica.