O tigre branco (também conhecido como o tigre de Bengala) têm aproximadamente 3 metros de compimento, e pesa aproximadamente 180-285 kg (400-569 LB). Os tigres brancos não são albinos nem são uma subespécie separada, mas sim o resultado de um gene recessivo . Eles têm olhos azuis, um nariz rosa, e fundo branco cremoso com listras de cor chocolate. Os tigres brancos nascem de tigres comuns (Panthera tigris) e são muito raros no estado selvagem. Eles ficam normalmente situados no Sudeste do Continente asiático e na Índia central e sulista. O tigre de Bengala branco mora em áreas gramíneas ou pantanosas e florestas onde eles podem ser bem camuflados. Eles quase desapareceram; a maioria vive agora dentro de jardim zoológicos ou parques especiais de vida selvagem.
E pessoal o Tigre-branco-neve e uma outra condição genética pode remover quase que inteiramente as listras do felino citado anteriormente,este tipo de tigre é chamado de branco neve. Suas poucas listras só podem ser vistas em certos ângulos, em alguns casos aparecem só na cabeça e na cauda, e em outros é visível apenas na cauda.
Este é outro tipo de tigre extremamente raros e lindos que adquires uma pigmentação diferenciada devido a um gene recessivo, seu pelo é mais claro e curto , eles também a ser maiores que os seus primos mais "alaranjados", e estima-se que no mundo inteiro existam apenas 30 destes mantidos em cativeiro. Os últimos tigres dourados selvagens foram vistos na Índia em 1932, e o primeiro nascido em cativeiro veio ao mundo em 1987.
Estes exemplares são pseudo-melanís, ou seja, NÃO SÃO inteiramente negros. O nome é dado devido as fortes cor escura das listras, elas são mais largas e podem até se unir. Desde 1772 são documentados casos de avistamento de tigres completamente negros na Índia e Paquistão, muitos acontecem por confundirem um grande leopardo negro com um suposta tigre. Mas outros davam evidências de serem realmente tigres inteiramente negros ( melânicos ). Infelizmente a pele do animal que servia como prova foi perdida. Infelizmente meus caros leitores, não consegui encontrar outras imagens.
Apesar de não existirem atualmente, tigres azuis já foram vistos. Segundo o site Messybeast no início do século pasado alguns aparecimentos aconteciam na província de Fujian na China. Eles tinham um tipo de cor de fundo acinzentada ou azulada pálida, com listras pretas ou cinzas escuras por cima. Pode parecer difícil de acreditar, mas se levarmos em conta que essa variação de cor ocorre nos dias atuais em gatos domésticos (especialmente na ilha de Malta,daí o nome Maltês), não se pode descartar a possibilidade de que ela também ocorresse em alguns tigres nos séculos passados.
É um animal de fácil criação, mas que exige certos cuidados especiais em relação à alimentação e à segurança. Saiba tudo sobre o Feneco: a raposa de estimação...
Conhecido como raposa-do-deserto, o levado feneco é um pequenoanimal encontrado na região norte do continente africano e na Península Arábica. Com pelagem clara, macia e sedosa, e olhos muito pretos, ele chama a atenção por seus traços exóticos e, principalmente, pelo tamanho das orelhas, que chegam a medir 15 centímetros! Ao contrário das outras espécies de raposa, o feneco se tornou uma opção atraente para a domesticação por conta de seu tamanho (em torno de 30 cm) e pelo fato de não ter cheiro forte.
De acordo com Felipe Facklam, veterinário especializado em animais selvagens (RJ), isso ocorre porque o bicho não possui a glândula de almíscar, responsável pelo odor. “Muitos animais nãosão mantidos em cativeiro devido ao cheiro forte, coisa que osfenecos não têm”, afirma. Apesar de seu parentesco comos cães – ambos são da família Canidae –, o feneco possui muitas características em comum com os gatos, sobretudo no que diz respeito ao seu temperamento, tendendo a ser independente e a escolher os momentos para interagir com seu tutor. Por mais irresistível que possa parecer, é importante salientar que a criação e comercialização do feneco no Brasil ainda não são permitidas pelo IBAMA. Por enquanto, o fofotem virado sensação nos EUA e em alguns países da Europa e da Ásia.
Por conta das privações do deserto, os bichos comem de tudo e sua alimentação pode ser bastante variada e incluir insetos, pequenos vertebrados, como roedores e aves, e vegetais. Apesar de os veterinários afirmarem que ração super premium para cães é suficiente para alimentar a raposa, Facklam afirma que oferecer comida similar à natural é maissaudável. “É fácil encontrar insetosdesidratados para alimentaçãode fenecos em países como oCanadá”, atesta. Vale lembrar que,embora a maior parte da águaconsumida por eles em seu habitatnatural venha dos alimentos, emcativeiro um bebedouro deve ficar disponível para o tempo todo.ALIMENTAÇÃO EXÓTICA
PRENDA-ME SE FOR CAPAZ
Segundo Facklam, fenecos criados como bicho de estimação precisam de espaço, já que gostam de correr, cavar, mastigar objetos e bisbilhotar. “Eles necessitam de um ambiente grande, mas, como são bons escaladores e cavadores, o dono deve ficar atento”, afirma, chamando atenção para o fato de que as pequenas raposas podem fugir. Caso o tutor queira levar o peludo para passear, é importante ver se a coleira está presa de forma adequada porque, uma vez que ele saia correndo, fica difícil alcançá-lo.
Para Ariane Parra, veterinária especialista em animais silvestres e exóticos (SP), também vale lembrar que esse é um bicho que não está completamente domesticado e pode ter reações inesperadas. “Crianças, visitas e até mesmo os próprios donos precisam ter cuidado, pois trata-se de um animal com instintos fortes e alterações de comportamento repentinas”, diz.
ANIMAL FRIORENTO
Acostumado com climas quentes, esse belo peludo possui proteções naturais contra o calor. Seu pelo, por exemplo, além de camuflá-lo nas areias do deserto para afastar os predadores, reflete a luz do sol e ajuda a controlar sua temperatura. Mas, mesmo sendo peluda, essa raposa não gosta de frio e começa a tremer assim que o termômetro cai abaixo dos 20º C.
PERIGO À VISTA
Assim como cães e gatos, o mamífero pode ser acometido por doenças virais, parasitárias e de pele. De acordo com Parra, não há vacinas específicas para a espécie no Brasil, o que pode ser bem perigoso. “Criadores clandestinos podem colocar a vida do feneco em risco caso o vacinem com produtos para cachorros e felinos”, afirma, chamando atenção para os muitos perigos da criação e comércio ilegal de animais.